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Asgard: A cidade mágica que os deuses nórdicos habitavam |
Desde que me entendo por gente eu curto Mitologia. Confesso que não lembro bem como foi meu primeiro contato (talvez tenha sido algum filme ou aula de história...), mas o fato é que deuses e deusas sempre me fascinaram.
Séries, filmes, contos relacionados ao tema mitologia (nem precisa ser o foco, basta apenas se passar na época dos deuses antigos... rs) eu costumo ter interesse. Tenho até "O Livro de Ouro da Mitologia", só para terem uma ideia de como curto o assunto.
Quando eu era mais nova me questionava se não era "cultura inútil" ler sobre essas coisas. Com o passar dos anos, fui entendendo que a mitologia (seja grega, romana, nórdica, ou qualquer outra) era uma forma dos povos antigos passarem de geração e geração suas experiências de vida, visões de mundo e até retratar a alma humana. Além, é claro, de impor a moral vigente e agregar valores na sociedade da época.
Ter acesso a histórias de tempos tão remotos, para mim, já é fascinante. É certo que sofreram algumas adaptações, versões, mas a "lição" permaneceu intacta... Tanto que as histórias se repetem em diferentes culturas - com panos de fundos diferentes devido a adaptação - mas com a mesma "moral". No livro "Segredos das Cartas Ciganas", da autora Sibyla Rudana (descendente de ciganos húngaros), para facilitar a aprendizagem do que simboliza cada naipe, ela conta uma historinha que aprendeu quando era criança com a família. Elas costumam começar assim: Certa vez um cigano...
Lá pelo meio do conto eu pensei: Perai! Eu conheço essa história... Na página seguinte lá estava o correspondente dela na Mitologia Grega. Aí nesse momento entendi que não é por "acaso' o meu interesse a vida todo nesse tipo de estudo... Se bem que como espírita, eu já sabia que o "acaso" não existe. Isso só foi comprovado através das Cartas Ciganas...
Inspirados pela Mitologia e pelo Baralho Lenormand, virão pela frente postagens de estudo de naipe baseado no livro citado acima. Espero que gostem e seja útil!!!
E por falar em ciganos e lendas, relembrem a música "Hijo de La Luna". Essa bela canção conta a seguinte história: Uma cigana queria muito se casar. Pediu insistentemente a Lua para que arranjasse um marido para ela. A Lua fez então um pacto com a mulher. Ela se casaria, mas em troca, teria que dar-lhe o primeiro filho da união. A cigana aceitou. E a Lua afirmou: "Aquela que sacrifica o seu próprio filho para não ficar sozinha não parece amá-lo muito".
E assim começa essa trágica e dramática história de adoção. O cigano que se casou com a cigana que fez o pacto com a Lua, ao ver o bebê branco como a neve e de olhos acinzentados (nada a ver com o biotipo físico dele ou da esposa) entendeu que só poderia ser uma traição dela. Daí começa o drama que você saberá o desfecho ouvindo a versão de Sarah Brightman... Rs
Ter acesso a histórias de tempos tão remotos, para mim, já é fascinante. É certo que sofreram algumas adaptações, versões, mas a "lição" permaneceu intacta... Tanto que as histórias se repetem em diferentes culturas - com panos de fundos diferentes devido a adaptação - mas com a mesma "moral". No livro "Segredos das Cartas Ciganas", da autora Sibyla Rudana (descendente de ciganos húngaros), para facilitar a aprendizagem do que simboliza cada naipe, ela conta uma historinha que aprendeu quando era criança com a família. Elas costumam começar assim: Certa vez um cigano...
Lá pelo meio do conto eu pensei: Perai! Eu conheço essa história... Na página seguinte lá estava o correspondente dela na Mitologia Grega. Aí nesse momento entendi que não é por "acaso' o meu interesse a vida todo nesse tipo de estudo... Se bem que como espírita, eu já sabia que o "acaso" não existe. Isso só foi comprovado através das Cartas Ciganas...
Inspirados pela Mitologia e pelo Baralho Lenormand, virão pela frente postagens de estudo de naipe baseado no livro citado acima. Espero que gostem e seja útil!!!
E por falar em ciganos e lendas, relembrem a música "Hijo de La Luna". Essa bela canção conta a seguinte história: Uma cigana queria muito se casar. Pediu insistentemente a Lua para que arranjasse um marido para ela. A Lua fez então um pacto com a mulher. Ela se casaria, mas em troca, teria que dar-lhe o primeiro filho da união. A cigana aceitou. E a Lua afirmou: "Aquela que sacrifica o seu próprio filho para não ficar sozinha não parece amá-lo muito".
E assim começa essa trágica e dramática história de adoção. O cigano que se casou com a cigana que fez o pacto com a Lua, ao ver o bebê branco como a neve e de olhos acinzentados (nada a ver com o biotipo físico dele ou da esposa) entendeu que só poderia ser uma traição dela. Daí começa o drama que você saberá o desfecho ouvindo a versão de Sarah Brightman... Rs
Vale lembrar que na cultura cigana, as mulheres (principalmente as mais velhas) é que praticam cartomancia, dom que emana justamente da Lua.